Sua casa mais saudável
OS PRODUTOS SUSTENTÁVEIS
Surge uma nova onda de diferenciação de competitividade, em que as empresas do mercado imobiliário estão se deparando com uma nova forma de oferecer seus produtos: Green Buildings ou empreendimentos sustentáveis!
Empresas como a SustentaX (www.sustentax.com.br) – Engenharia de Sustentabilidade – ajudam a projetar, implantar e operar empreendimentos competitivos que possam ser compreendidos pela sociedade, pelos seus usuários e pelos acionistas como uma contribuição para a sustentabilidade planetária, melhoria devida para seus funcionários, clientes e comunidade.
Existe uma certificação que garante que o prédio é realmente 'verde', chamada de Liderança em Design Ambiental e Energético (LEED, na sigla em inglês). Este conceito surgiu nos Estados Unidos, e aqui no Brasil a SustentaX é responsável por essa certificação.

Bioarquitetura é um ramo da arquitetura que busca construir imóveis em harmonia com a natureza, com baixo impacto ambiental e custos operacionais reduzidos. Partilha assim dos ideais de uma sociedade sustentável e saudável, preservando a vida do planeta em seus diversos ecossistemas.
Desta forma, a Bioarquitetura engloba as construções ecológicas, as construções sustentáveis e bio-climáticas (adaptadas ao clima) e, além disto, engloba as diversas expressões artísticas e culturais inspiradas não só na beleza das formas, como também na milenar sabedoria construtiva dos povos.



Bioarquitetura - uso do Bambu Para atingir sua meta de constituir edificações e espaços em equilíbrio com a vida, a Bioarquitetura desenvolve e aplica métodos e técnicas específicas de projeto e construção.

O custo de uma construção ecologicamente correta, afirmam os especialistas, não difere tanto de um empreendimento usual. Marcio Augusto Araújo, diretor do Idhea – Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica conta que "os produtos existem, mas não são fáceis de encontrar”. Os fabricantes são poucos e dispersos. “Uma empresa que aposta nessa arquitetura, certamente, irá se diferenciar em médio prazo", complementa. O diretor do Idhea vai além: "Uma empresa deve apostar na sociedade, assumir responsabilidades sociais maiores, e a arquitetura deve refletir este modo de viver".
Os fabricantes de tecnologia começaram a se preocupar com o meio ambiente. A IBM (www.ibm.com.br) mostrou, durante uma feira na Alemanha, seu destaque ‘verde’ o laptop da Asus chamado de Eco-Book. Ele é parcialmente feito de bambu, material mais renovável e menos poluente do que o plástico. A máquina, que ainda não está no mercado, atrai pela beleza – as partes de madeira são envernizadas. O produto segue tendência de outra fabricante, a NEC Corporation, que criou um laptop biodegradável feito de resina de milho.
O setor de moda já cunhou o termo 'ecomoda' para as iniciativas atreladas ao uso de materiais que colaboram com a sustentabilidade do planeta. A coleção de verão 2008 da Timberland (www.timberland.com), batizada de 'Earthkeepers' traz camisetas desenvolvidas com algodão orgânico – cujo cultivo, sem agrotóxicos, não agride o meio ambiente. O algodão naturalmente colorido, cultivado no estado da Paraíba, já nasce com as fibras coloridas e não tem necessidade de tingimento com corantes que prejudicam o solo.
Na Imaginarium (www.imaginarium.com.br), rede de franquias que prega o 'fundesign', as blusas femininas são confeccionadas em fibra de bambu, obtida por um processo natural – além de um toque macio, a fibra tem propriedades antibactericidas e alta absorção de umidade.


Eco-Book, IBM

Earthkeepers, Timberland
Não só o planeta agradece como também muitos consumidores ficam satisfeitos em comprar produtos e serviços de empresas preocupadas com o desenvolvimento sustentável.
Uma pesquisa realizada pela Market Analysis e pelo Instituto Akatu revelou que 33% dos compradores brasileiros adotam atitudes conscientes na hora das compras, o que representa uma em cada três pessoas.
Além disso, 37% dos entrevistados afirmam pagar mais por materiais não-nocivos ao meio ambiente e 8 em cada 10 consumidores manifestaram disposição a pagar mais, um sobrepreço de 25% a 35% pela mercadoria com selo ambiental.
Estudo feito pela TNS Interscience para a revista Consumidor Moderno, com o tema “Empresas que mais Respeitam o Cliente”, revelou que 51% dos entrevistados consideram como um item muito importante as ações de responsabilidade social que a empresa realiza na hora de se decidir por uma marca. Outra atitude aprovada pelos brasileiros é o “choice editing”, na qual o setor varejista realiza a seleção prévia de produtos, excluindo aqueles que agridem o meio ambiente. Para 95% dos entrevistados essa é uma atitude que deveria ser praticada pelo varejo. A maioria dos brasileiros (92%) também afirmou que daria preferência a um estabelecimento que adotasse essa medida.
BRASILEIROS AFIRMAM
33% adotam atitudes conscientes na hora das compras
37% pagariam mais por materiais não-nocivos ao meio ambiente
51% consideram como um item muito importante as ações de responsabilidade social que a empresa realiza na hora de se decidir por uma marca
95% aprova o “choice editing”, deveria ser praticada pelo varejo.







