Sua casa mais saudável
O CONCEITO GREEN HOUSE
Recentemente duas entidades italianas, a ANAB – Associação Nacional de Arquitetura Bioecológica e o ICEA – Instituto para a Certificação Ética e Ambiental, elaboraram um padrão de ecologia no setor do móvel.
O padrão de "Móvel Ecológico" parte da consideração da importância do impacto ambiental determinado pelo setor do mobiliário e da decoração, e da constatação do surgimento de uma nova temática de máximo interesse para a saúde pública: o ar que se respira no interior de estabelecimentos não-industriais (escolas, locais de trabalho, residências, locais públicos de espetáculo, divertimento, relaxamento, etc.) é muito mais poluído do que o ar exterior. E não só isso: a maioria da população passa nestes locais fechados até 90% do tempo da própria vida.
Para enfrentar os problemas identificados é necessário olhar, de um lado, a esfera da produção e, do outro, o papel da informação, da educação e dos estilos de vida dos consumidores. Em geral, quanto mais complexas as implicações ambientais, mais urgente será a necessidade de informação que facilite uma escolha racional entre os consumidores.
Com isso, tornar "pública" uma informação ambiental sobre o produto, que de outra maneira permaneceria confidencial, torna-se necessário também porque as informações gerais contidas no preço podem muitas vezes ser dissimuladas ou ambíguas em relação às características ambientais do produto que estamos pretendendo comprar.
Para o consumidor, efetuar uma escolha "informada e racional" não é uma coisa simples nem gratuita (pelo menos em termos de tempo envolvido para procurar as informações necessárias) e, neste sentido, o desenvolvimento de ferramentas como o padrão do 'Móvel Ecológico' pode simplificar e reduzir os custos da informação.
Este é, basicamente, o conceito criado pelos fabricantes de móveis da Toscana (Itália) e denominado "Casa Toscana/Green Home", que integra 15 empresas moveleiras.







